Em qualquer relacionamento, seja pessoal ou profissional, o ideal é que haja equilíbrio—sem devedores nem credores, apenas uma troca justa e genuína.
Se eu tivesse que escolher um lado nessa balança, preferiria ser devedor a ser credor. Prefiro carregar a gratidão por aquilo que recebo, em vez da frustração de sentir que me entregam menos do que mereço.
É a gratidão que nutre, não a expectativa do reconhecimento.
Murayama e Maciel – As pessoas fazem a diferença.




